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Jorge Felippe, prefeito interino, não deixa legado para a Zona Oeste

O prefeito interino da cidade do Rio de Janeiro, vereador banguense Jorge Felippe (DEM), dá a região que sempre o elegeu, a falsa impressão de estar no poder. Entretanto, o poder executivo não é determinante para, sozinho, resolver as questões crônicas que assolam a população de Realengo à Santa Cruz, quase 40% da população e extensão territorial do município. O verdadeiro poder, o vereador Jorge Felippe teve nas três últimas legislaturas – 2009 a 2020 – quando ocupou o cargo de presidente da Câmara dos Vereadores, e aí, sim, teve a caneta na mão para abrir caminho para a criação e votação de politicas públicas favoráveis às mazelas da região, mas não fez. Não tivemos nesse período nenhuma lei aprovada, ou se quer discutida, que privilegiasse a saúde, a educação, a habitação e o saneamento básico, entre outras. Nenhum político na história da Zona Oeste teve mais de 10 anos para planejar a construção da Zona Oeste como o vereador Jorge Felippe. Nesses quase 10 anos negociou com Crivella, Eduardo Paes e Cesar Maia, tudo de seu interesse pessoal e de seu grupo.
Que legado deixa ele?

